Introdução alimentar – o início de tudo

Depois do período de amamentação exclusiva ou complementada, já começam a surgir várias dúvidas! Qual é o período certo para começar a introdução alimentar? Como fazer da melhor forma? O que podemos oferecer e o que não deve ser oferecido de forma alguma? São tantas as dúvidas, tantos os questionamentos, que para te ajudar e me ajudar, agora contamos com a querida nutricionista infantil Micheane Alves, do instagram @Nutripediatra, trazendo informação de qualidade e profissional por aqui!

E o primeiro post da série INTRODUÇÃO ALIMENTAR está super especial! Vamos nessa?

Introdução Alimentar, ta aí um assunto que deixam as mamães apreensivas e cheias de dúvidas. E eu adoro abordar, particularmente é o tema que eu mais gosto, e eu vou tentar esclarecer ao longo dos posts, algumas dúvidas e se houverem mais dúvidas, é só entrar em contato comigo, que eu terei o prazer de esclarecer pra vocês, ok? Vamos lá..

Então, após praticamente 6 meses tomando leite materno ou fórmula, ou até mesmo os dois, é chegada a hora do bebê conhecer novos alimentos. De acordo com a OMS, a introdução alimentar complementar deve ser oferecida aos 6 meses.
Nutri, o ped do meu filho disse pra começar aos 4 ou 5 meses, e agora?

Antes dos 6 meses, os sistemas digestório e renal do bebê ainda são muito imaturos, o quefica limitado algumas funções. Além disso, pode trazer alguns problemas na saúde do bebê entre eles, reação de hipersensibilidade a algumas proteínas; o rim ainda não tem a capacidade de concentrar a urina para eliminar concentrações de soluto provenientes de alguns alimentos e consequentemente, diminuição do aleitamento materno.

Nutri, meu filho fez uso apenas da fórmula infantil, devo iniciar a alimentação complementar aos 6 meses também?

Siiiiiim! Pois é aos 6 meses que o sistema digestório do bebê está mais desenvolvido e produzindo enzimas que são capazes de digerir os alimentos.
Como começar a introduzir as papas de frutas? E qual a consistência?
Ofereça a papinha de frutas no meio da manhã ou no meio da tarde. Após alguns dias com a introdução da papinha doce, deve-se iniciar a papinha principal (como se fosse o almoço/janta) feita com legumes, verduras, carnes.. Mas vale lembrar, a papinha principal NÃO substitui o aleitamento materno/fórmula, ela COMPLEMENTA. A consistência deve ser em forma de purê. As frutas devem ser amassadas com o garfo e nunca peneirar ou liquidificar. Para os vegetais fica a mesma dica, e os vegetais que são “mais duros” devem se cozinhar, no vapor ou na água e amassá-las.
Quais as frutas indicadas nessa primeira fase?
As mais fáceis e docinhas (evite adicionar açúcar – não é preciso!) como mamão, maçã, banana, pêra, caqui, melão, manga, ameixa, entre outras.

Devo oferecer suco de frutas ao bebê dessa idade?

Não é preciso. A capacidade gástrica do bebê ainda é muito pequena e comporta apenas o necessário para sua nutrição. Além do mais, os sucos aumentam os níveis de glicose no sangue mais rápido. De líquidos oferecer o leite materno/fórmula e água.

As papinhas principais, como devo fazer?
As papinhas principais, nada mais é que a papinha salgada. Não gosto de usar esse termo, porque dá uma leve impressão que a papinha tem que ser salgada. Quero esclarecer uma coisa: não é necessário acrescentar sal nas papinhas principais. Devem ser combinados com alimentos de todos os grupos alimentares como o grupo energético (arroz, batata, mandoca, batata-doce, cará…), o grupo construtores (carnes, feijão, ervilha, grão de bico, lentilha..) e o grupo reguladores (todas as verduras e hortaliças). Você pode usar temperos naturais como a salsa, cebolinha, cebola, alho, alecrim, orégano, manjericão, hortelã, coentro, entre outros para temperar as papinhas principais. Não utilize condimentos, caldos de legumes, embutidos, entre outros. NÃO precisa e seu bebê não necessita disso.

Se meu bebê não aceitar a papinha, o que eu faço?
Mães, é super normal os bebês não aceitarem a primeira papinha na primeira colherada. Pense bem, durante longos 6 meses apenas tomando leite materno ou a fórmula (ou os dois), e de repente, sentir um outro sabor, uma outra textura, outra consistência… É tudo novo pra eles! Fiquem tranquilas, eu garanto, é normal! O bebê pode até aceitar de 3 a 4 colheres de chá da papinha e depois recusar, fazer careta e até cuspir. Tudo isso passa!

Tenho visto outro método de introdução alimentar, o BLW. E agora, qual método devo usar?
Depende muito de cada bebê e de cada mãe. Há aquelas mães que preferem o método tradicional (papinhas) por ficarem com medo do bebê se engasgar com o método BLW e não se sentem seguras. As chances de um bebê se engasgar por BLW são mínimas. Há estudos recentes que comprovam que o alimento que o bebê tem mais risco de engasgamento é o leite materno. O interessante do método BLW é que quando os alimentos são colocados ali na frente da criança, vai fazer com que ela queira descobrir esse alimento, que antes era simplesmente uma colher entrando na boca do bebê. Então, vai fazer com que desperte a curiosidade nos pequenos. E nós sabemos que nessa fase, tudo é motivo de pegar e colocar na boca, não é mesmo? Melhor ainda quando são alimentos ricos e nutritivos! (Em breve farei um post apenas sobre o BLW). Então, depende muito de cada bebê, independente de qual método, confie no seu filho!

O que devemos evitar no período inicial de IA?
Alimentos industrializados, sal, açúcar, sucos, “inhos”… Melhor respondendo: ofereça frutas, verduras, legumes, hortaliças.. quanto mais natural possível, melhor!

Nutricionista Micheane Alves

Por aqui, ainda faltam 3 meses para o início da introdução alimentar, mas eu já estou me preparando e garantido os acessórios para transformar esse momento em mais uma fase legal! Entender a importância da introdução alimentar é o primeiro passo para garantir um bom relacionamento do seu pequeno com a alimentação saudável e equilibrada. Micheane, seja bem vinda ao Meu Dia D Mãe! Já adoramos ter você por aqui! :) Introd

Beijos,
Nanda
ananda@meudiadmae.com.br
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Maternagem em Recife – RESULTADO

RESULTADO

Conforme combinado, seguem os nomes das mamães sorteadas para o MARTENAGEM, evento lindo que estamos preparando com tanto carinho! E temos uma boa notícia, como foram muuuuuitas inscrições, resolvemos aumentar o número de participantes! Se seu nome estiver na listinha abaixo, você já recebeu um e-mail nosso, corre lá pra checar e não esqueça de nos confirmar recebimento. Se seu nome não estiver na listinha, não fique triste, ainda há uma chance, pois caso alguma mãe sorteada não possa comparecer chamaremos novas mães para ocupar a vaga, fiquem ligadas nos emails =)

Adriana Chaves
Aline Bacelar
Ana Rita de Lima
Andressa Gouveia
Ariela Aretakis
Beatriz Helena
Claudia Torres
Conceição Neves
Cynthia Cecília Rodrigues
Daniela Saraiva
Danielle Rodrigues de Andrade
Eleusa Raquel Peres
Fabiana Nascimento
Gabriela Calado
Girllem Tomaz Vasconcelos
Jessica Almeida
Kely Cristina
Larissa Leal Novaes Guerra
Lays Lira
Louise leal
Lucia Costa
Luciana Paes
Maria Janaína Ribeiro Marinheiro
Maria Raquel Fernandes Ramos
Maria Thereza Figueiredo Gueiros
Nathalia Farias
Patrícia Alves
Patricia xavier
Paula Guedes
Raissa targino
Rany Cauás
Roberta de Albuquerque Oliveira
Rosangela Moreira
Taciana Leite Simões
Tâmara Rodrigues Cordeiro de Castro
Thaniely gouveia

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É com muita alegria que nós anunciamos o primeiro encontro Meu Dia D Mãe de 2015. Sim, demorou um pouco, adoraríamos ter feito antes, mas no primeiro semestre a casa estava bem agitada à espera da nossa mascotinha Alice. Agora que ela já está praticamente uma mocinha nos braços da mamãe Nanda, nos organizamos e preparamos um evento lindo com tudo que a gente ama, decoração linda, comidinha gostosa, recreação divertida e muito, muito papo sobre maternidade. Falaremos sobre muita coisa, mas principalmente sobre “Culpa na Maternidade” e contaremos, inclusive, com uma convidada especial que nos trará muita informação.

Nosso encontro já tem nome, local, data e hora. O Maternagem (que significa a forma intensa como vivemos a maternidade) acontecerá no Vila Auê (uma casa linda na zona norte de Recife) no dia 2 de agosto (um domingo)às 18 horas. Assim como os outros eventos realizados pelo blog, este também terá vagas limitadas, fazemos questão de priorizar a qualidade dos serviços prestados e para isso, infelizmente, não tem como ser aberto. Mas você leitora querida que sempre nos acompanha por aqui e quer participar com a gente desta noite especial poderá concorrer a um dos 25 convites sorteados.

Para participar do sorteio é só preencher este mini formulário AQUI até dia 27 de julho, próxima segunda. Entraremos em contato com as mamães sorteadas para confirmação da presença. Cada convidada poderá levar seus filhotes, é claro, e um acompanhante, pode ser o papai, a tia, a amiga, a babá, qualquer pessoa que vocês queiram levar para ficar com os pequenos enquanto a gente conversa muito sobre eles =)

Teremos muitos fornecedores incríveis, aos poucos vamos divulgando, fiquem ligadinhas!!

Beijos, Mila e Nanda

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Reformando a Casa – Apt. 125 m²

O blog é sobre maternidade, mas não podemos esquecer que por trás das mães que nos acompanham existem mulheres que adoram cuidar da casa e curtem assuntos femininos como decoração, por exemplo. Para você que acabou de mudar e está montando a casa nova ou para você que já mora anos no mesmo ambiente e está querendo mudar a carinha do seu cantinho, um post super especial.

Para quem não sabe, eu (Mila) tenho um blog sobre casamento e lá tenho uma coluna específica para as casadas. Assuntos como decoração, receitinhas, projetos DIY são apenas alguns dos temas que abordamos por lá. Estes posts possuem o objetivo de incentivar as recém-casadas e também as casadas há muito tempo a não se esqueceram da vida a dois e de tudo que envolve o casamento. Este projeto que vocês verão é um dos posts desta minha coluna no Meu Dia D, aproveitem para passar lá e espiar as outras matérias!

Sobre este apartamento de 125 m², Amanda e a Juliana do escritório Bianchi e Lima fizeram um projeto lindo e moderno especialmente para um casal de engenheiros. Eles já moravam no apartamento mas queriam dar um ar mais moderno e clean aos ambientes que ao longo do tempo foram aglomerando móveis e objetos que não harmonizavam entre si. O maior desafio da dupla foi o tempo, já que o casal não podia ficar muitos meses fora de casa. Então as meninas correram com a obra e conseguiram fazer tudo em aproximadamente 60 dias. Uma das novidades que elas usaram neste projeto foi o painel feito em mdf com garrafa pet, o painel é aplicado com velcro e foi colocado na parede da sala de jantar deixando o ambiente super elegante. A maior mudança que o casal teve com o novo projeto foi em relação à iluminação, o apartamento ficou mais claro e clean com o uso das dicroicas led. “Na parte da tv fizemos um móvel com iluminação indireta saindo por cima e por baixo do painel e na parte do jantar usamos também uma iluminação indireta saindo do espelho refletindo nas laterais para os painéis”.

O imóvel que vocês verão a seguir possui 3 quartos + um escritório, inspirem-se e preparem-se para começar a sonhar =)

Projeto Bianchi e Lima - Apartamento 125m (1)

Projeto Bianchi e Lima - Apartamento 125m (2)

Projeto Bianchi e Lima - Apartamento 125m (3)

Projeto Bianchi e Lima - Apartamento 125m (4)

Projeto Bianchi e Lima - Apartamento 125m (5)

Projeto Bianchi e Lima - Apartamento 125m (6)

Projeto Bianchi e Lima - Apartamento 125m (7)

Projeto Bianchi e Lima - Apartamento 125m (8)

Projeto Bianchi e Lima - Apartamento 125m (9)

Projeto Bianchi e Lima - Apartamento 125m (10)

Projeto Bianchi e Lima - Apartamento 125m (11)

Projeto Bianchi e Lima - Apartamento 125m (12)

Projeto Bianchi e Lima - Apartamento 125m (13)

Projeto Bianchi e Lima - Apartamento 125m (14)

Projeto Bianchi e Lima - Apartamento 125m (15)

Projeto Bianchi e Lima - Apartamento 125m (16)

Projeto Bianchi e Lima - Apartamento 125m (17)

Projeto Bianchi e Lima - Apartamento 125m (18)

Projeto Bianchi e Lima - Apartamento 125m (19)

Projeto Bianchi e Lima - Apartamento 125m (20)

Projeto Bianchi e Lima - Apartamento 125m (21)

tag bianchi e lima

Beijos, Mila Moura

Desenvolvimento Infantil – Objetos transacionais

Tem muito tempo que eu chamo a minha amiga Carol para escrever aqui no Meu Dia D Mãe! Sabe por que? Porque estamos sempre em busca do melhor conteúdo para vocês, e para mim o instagram da Carol (ela ainda não tem blog, mas em breve terá) é o melhor conteúdo especializado em psicologia clínica infantil que existe por lá! Quem segue a gente no instagram (se não segue ainda, corre lá: MEUDIADMAE) sabe que a Carol é minha amiga pessoal, que o seu filhinho Miguel nasceu pouquíssimos dias depois da Alice e que por estarem vivendo fases do desenvolvimento infantil tão próximas, ela tem me ajudado demais! :)

Hoje, no post de estréia da Carol por aqui, o nosso papo é sobre objetos transacionais! Sabe aquele paninho, bichinho de pelúcia ou qualquer objeto que sirva de apoio emocional para a criança na infância? Pois é, ele não é apenas um objeto! E a explicação para a importância dele para o seu bebê está aqui! Vem ler! ;)

Objetos e fenômenos transicionais

Talvez você nunca tenha ouvido falar nesse termo “Objetos e Fenômenos Transicionais”, foi Winnicott (1971) quem estudou e desenvolveu esse conceito de extrema importância na clínica materno-infantil, vou aqui tentar aplicá-lo de uma simples sem perder a qualidade teórica.

Vocês já devem ter observado que ao nascerem, os bebês utilizam a boca para explorar o mundo ao seu redor (Freud, 1905), eles percebem o mundo como uma continuidade do seu corpo, assim usam as mãos, os dedos e os punhos como estímulo sensorial da zona oral.

A boca é senhorialmente conduzida para todos os objetos em seu campo de visão e alcance próximo. Essa fase de oralidade aguçada é marcante durante o primeiro ano de vida e vai adquirindo forma mais branda com o amadurecimento, mas pode durar até meados do segundo.

O interessante é que após alguns meses quando o bebê está ganhando maturidade motora, ocorre simultaneamente o direcionamento dessa oralidade para objetos externos, seja um ursinho macio, uma boneca mais rígida, ou até mesmo um paninho (ou naninha). É neste ponto que ocorre uma estruturação emocional de grande valor para o desenvolvimento, são os “Objetos e Fenômenos Transicionais” que designa uma área intermediaria entre a atividade psíquica e a experiência percebida, é partir dessa percepção que advém a capacidade de expressar aquilo que foi internalizado.

Esses objetos tem a função simbólica de produzir conforto, segurança e sensações prazerosas. Eles completam o espaço que o corpo materno ocupa nas representações da interação mamãe-bebê. São substitutos transitórios do espaço para físico materno.

São saudáveis e devem ser estimulados, pois ajudam a aliviar a tenção provoca pela angústia de separação, colaboram com o sono, com o ingresso e permanência na escola ou creche. E podem ser usados em várias fases do desenvolvimento infantil.

Os Fenômenos Transicionais começam a surgir por volta dos quatro a seis meses e oito a 12 meses de idade (varia um pouco de criança para criança, mas se estabelece no primeiro ano de vida).

O que são exatamente estes objetos e fenômenos de trasicionalidade? É possível a interferência positiva dos pais neste processo?

Em primeiro lugar, é importante esclarecer que não se referem necessariamente ao PRIMEIRO ursinho de pelúcia ou brinquedo do bebê.

É o início de um processo de reconhecimento da realidade externa, que vai possibilitar à criança perceber e diferenciar o “Eu e o Outro”, promovendo um desenvolvimento saudável da personalidade.

Quem elege estes objetos?

As próprias crianças elegem, mas é a mãe quem introduz os elementos. Esta é uma experiência subjetiva: pode ser uma fralda, um paninho, o babador, a ponta de um cobertor, o próprio ursinho de pelúcia, etc.

Estes fenômenos possuem importância vital nos processos de apego e independência emocional.

Sono: atuam no alívio da ansiedade, favorecem o bem estar na passagem para o berço ou para o quarto, na retirada do seio (aleitamento) da madrugada ou até mesmo no desmame.

Creche/Escola: é vital para as crianças, especialmente às pequenas que vão cedo para a creche ou escolinha, pois, ao ser introjetado, o objeto se transforma em um verdadeiro companheiro, facilitando sensações boas diante da angústia.

Na ausência de uma das figuras de apego (mãe, pai, cuidador), constituem um substituto transitório de segura emocional.

É importante entender que os Objetos e Fenômenos Transicionais são de natureza simbólica (realidade interna), mas sua representação se concretiza na realidade externa (relação com o ambiente). Os pais devem reconhecer seu valor, e podem estimular o uso favorecendo a interação do bebê com o objeto escolhido, não devem retirar nem possibilitar mudanças freqüentes de objeto, precisam permitir que o paninho ou a etiqueta fiquem com o cheirinho próprio adquirido pelo tipo de uso (normalmente os bebês chupam, lambem ou cheiram). Evitar lavar, pois, o que faz esse objeto se tornar funcional é a transformação produzida através do contato que o bebê/criança desenvolve com ele.

Muitas vezes nem percebemos a transformação de um simples objeto em um fenômeno psicológico de transiocionalidade.

Texto: Caroline A. Mello @desenvolvimentoinfantil
Psicóloga com formação em clínica infantil
CRP 14/05488-2

Carol, seja bem vinda!

Espero que vocês tenham gostado do conteúdo e da novidade! :) tem alguma dúvida? Deixa nos comentários que a gente responde!

Beijos,
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